Esta coleção reúne cartas reais trocadas, entre as décadas de 40 e 60, por um casal brasileiro e um casal francês que viveram um amor à distância. São correspondências que registram, com delicadeza, sentimentos de saudade, desejo e silêncio, revelando a intimidade de uma época. Como escreveu Álvaro de Campos, todas as cartas de amor são ridículas. Mas ridículo é quem nunca escreveu uma.